Emenda da oposição impede governo de restringir acesso do cidadão às contas públicas

O governo de Minas mostrou mais uma vez que a prática da transparência não é prioridade em sua gestão. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2016, aprovada na última terça-feira (14/07) no Plenário da Assembleia Legislativa, o executivo tentou reduzir para 11 o número de relatórios de prestação de contas constantes na Lei. A tentativa, no entanto, foi abortada graças à aprovação da emenda apresentada pela Oposição, que manteve em 21 os relatórios que devem ser divulgados obrigatoriamente.

“O governo do PT tentou eliminar dados importantes que dão transparência à gestão. Não podemos permitir esse retrocesso. A transparência às ações e à aplicação dos recursos públicos é uma obrigação do estado e o acesso aos dados é um direito do cidadão”, afirmou o líder do bloco Verdade e Coerência, deputado Gustavo Corrêa (DEM).

De acordo com o parlamentar, essa foi a primeira vez em que um governador mineiro encaminhou uma LDO à Assembleia sem a totalidade dos relatórios nos quais devem constar as receitas e despesas do executivo.

Assessoria de Comunicação
Bloco Verdade e Coerência – ALMG

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