Governo de Minas ganha tempo para viabilizar empréstimo

‘CHANTAGEM’ Em nota, o deputado tucano disse respeitar a decisão da Justiça. “O que é inaceitável é um governo usar algo sagrado que é o salário do funcionalismo como chantagem para obter de forma fraudulenta dinheiro para obras eleitoreiras. Isto porque o empréstimo que Pimentel quer fazer não pode por lei seu usado para pagar salários, e nem o valor, R$ 2 bilhões, é suficiente para quitar uma folha de pagamento”, disse.

Valadares afirmou ainda que o governador Fernando Pimentel não tem dinheiro para pagar o funcionalismo, “mas para conseguir dinheiro para obras em ano eleitoral faz tramoias ilegais e quer que os deputados, responsáveis por fiscalizar o governo, fiquem calados sob ameaça”.

O tucano disse ser mentira que os deputados estariam colocando dificuldades ao governo. “Tanto é que o TCE proibiu a fraude. Triste fim do PT ,que usa trabalhadores como escudo para suas trapaças.”

GRAVIDADE Ao fundamentar a decisão liminar do TCE barrando a operação, o conselheiro Viana falou da gravidade do caso. “O caso é grave, mormente em se considerando a atual situação de penúria financeira do Estado – situação, aliás, que é de pleno e incontestável conhecimento deste Tribunal de Contas, cuja função é acompanhar e fiscalizar as contas estaduais.”

Segundo o conselheiro, o TCE tem constatado o crescimento “alarmante” da dívida do estado “ano após ano”, em especial de 2013 a 2017, período que pega o último ano da gestão Antonio Anastasia (PSDB), os nove meses de Alberto Pinto Coelho (PPS) e os três anos e quase seis meses de Pimentel.

Fonte: Estado de Minas

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