Envolvidos

Grupo Caoa

Pagou R$ 20 milhões para Pimentel entre 2013 e 2014, período em que era ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior. A informação consta da delação premiada do empresário Benedito de Oliveira. Do total, segundo Bené, R$ 7 milhões foram repassados diretamente para Pimentel no exterior e o restante teria abastecido a campanha petista. Leia sobre

ENVOLVIDOS/INVESTIGADOS
  • Agência Pepper Interativa

    Pertence a Danielle Fonteles e a Polícia Federal suspeita que a primeira-dama, Carolina de Oliveira, seja sócia oculta da agência. Também é citada na delação de ex-executivos da Andrade Gutierrez na Lava-Jato. Os ex-executivos admitiram o pagamento de R$ 6 milhões para a campanha de Dilma Rousseff em 2010, por meio de contratos fictícios com a Pepper, a pedido de Pimentel. Leia sobre

  • Antônio dos Santos Maciel Neto

    Atual presidente da Caoa. Denunciado pela PGR por pagamento de propinas, por meio das empresas de Bené, ao então ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel – em troca de favorecimentos à montadora Caoa. Leia sobre

  • Benedito de Oliveira, o Bené

    Acusado de ser o operador do esquema de corrupção. Preso em abril de 2016, está em prisão domiciliar desde junho do mesmo ano. Leia sobre

  • Bridge e Bro

    As empresas de consultoria de Bené, segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), simulavam prestação de serviços de consultoria à Caoa para dissimular a origem e a natureza ilícita da quantia. Trocas de mensagens entre os acusados comprovam a negociação. Leia sobre

  • Carlos Alberto de Oliveira Andrade

    Dono da Caoa. Suspeito de pagar propina ao amigo de Pimentel, Benedito de Oliveira, para obter benefícios fiscais junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, pasta que foi comandada pelo petista de 2011 a 2014. Leia sobre

  • Carolina de Oliveira

    Esposa de Pimentel, suspeita de ter recebido pagamentos milionários por meio de sua empresa, a Oli Comunicação, transferidos para a campanha do governador em 2014. Suspeita também de ser sócia oculta da agência Pepper, ligada ao PT. Leia sobre

  • Danielle Fonteles

    Dona da agência de comunicação Pepper Interativa. Danielle admitiu em delação premiada, que R$ 6 milhões recebidos por serviços prestados para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 foram pagos pela empreiteira Andrade Gutierrez. Pimentel era o coordenador da campanha. Leia sobre

  • Eduardo Serrano

    Secretário-geral da Governadoria na gestão Pimentel. Ele foi conduzido coercitivamente pela Polícia Federal para prestar depoimento na 6ª fase da Acrônimo. Serrano foi citado na delação de Benedito Oliveira como um dos intermediários de propina supostamente paga pela Odebrecht a Pimentel. Leia sobre

  • Elon Gomes

    Presidente da Aliança Administradora de Benefícios de Saúde. Suspeito de repassar dinheiro, por meio da empresa Support Consultoria, para Bené, durante a campanha de Pimentel para o governo do estado em 2014. Leia sobre

  • Felipe Torres do Amaral

    Empresário com relação de parentesco com Pimentel. Suspeito de receber propina da Caoa em troca dos benefícios concedidos por Pimentel à montadora quando era ministro do Desenvolvimento. O dinheiro teria sido investido por ele em um restaurante em São Paulo. Leia sobre

  • Fernando Pimentel

    Governador de Minas desde 2015 pelo PT, é o principal investigado da Operação Acrônimo. De acordo com as investigações da Polícia Federal, Pimentel teria sido o articulador e principal beneficiário de uma série de atos ilícitos, como corrupção e recebimento de propina, durante sua atuação como ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – de 2011 a 2014. O dinheiro ilegal teria sido usado em sua campanha para o governo de Minas. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público Federal ao Superior Tribunal de Justiça em maio de 2016. Indiciado, Pimentel é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Leia sobre

  • Grupo Caoa

    Pagou R$ 20 milhões para Pimentel entre 2013 e 2014, período em que era ministro do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior. A informação consta da delação premiada do empresário Benedito de Oliveira. Do total, segundo Bené, R$ 7 milhões foram repassados diretamente para Pimentel no exterior e o restante teria abastecido a campanha petista. Leia sobre

  • Grupo JHSF

    Responsável pelo aeroporto Catarina, em São Roque, Região Metropolitana de São Paulo, o grupo teria pago R$ 5 milhões em propina para Pimentel, como compensação pelo lobby que o petista fez para que o grupo pudesse operar no aeroporto. Segundo Bené, a JHSF pagou caixa dois de campanha, simulando um contrato com o Instituto de Pesquisas Vox Populi. Leia sobre

  • Marco Antônio Rezende Teixeira

    Secretário da Casa Civil e de Relações Institucionais de Minas no governo de Fernando Pimentel. Um dos proprietários da empresa de consultoria MOP – que na verdade seria de Pimentel. Em sua delação, Bené apontou a MOP como local de repasse de propinas para favorecimento da empreiteira OAS. Leia sobre

  • Mauro Borges

    Presidente da Cemig, suspeito de ter atuado para favorecer montadoras de automóveis por meio de incentivos concedidos pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Leia sobre

  • OAS

    A empreiteira doou R$ 3 milhões em espécie para a campanha de Pimentel ao governo de Minas, segundo delação de Bené. Os valores teriam sido pagos em seis parcelas de R$ 500 mil na sede da MOP, em Belo Horizonte, nas mãos de Otílio Prado, assessor de Pimentel. Em contrapartida, Pimentel ajudou a OAS a conseguir um contrato para construir um gasoduto no Uruguai. Leia sobre

  • Odebrecht

    Teria pago R$ 12 milhões em propina a Pimentel, segundo delação de Bené, em troca da liberação de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a projetos da Odebrecht no exterior. O ministro Herman Benjamim, do STJ, já autorizou o indiciamento de Pimentel e do empresário Marcelo Odebrecht, suspeitos de corrupção e lavagem de dinheiro. Leia sobre

  • Oli Comunicação

    Pertence à primeira-dama Carolina de Oliveira e recebeu pagamentos milionários de empresas que firmaram contratos com o BNDES, principalmente quando Pimentel era ministro do Desenvolvimento. Somente entre 2011 e 2014, segundo a Polícia Federal, a empresa e parceiras receberam R$ 3,6 milhões. Parte do pagamento seria destinada a Pimentel. Leia sobre

  • OPR Consultoria

    Até 2012 chamava-se P-21 Consultoria e pertencia a Pimentel e Otílio Prado, assessor especial do governador. Entre 2013 e 2015, recebeu R$ 1,6 milhão do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram) e Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais (Sindiextra). Prado permaneceu à frente da consultoria até o final de 2015 e, atualmente, a OPR está registrada no nome de seu filho. Leia sobre

  • Otílio Prado

    Ex-sócio de Fernando Pimentel, dono da OPR Consultoria até o final de 2015 e assessor especial do governador. A Polícia Federal encontrou indícios de que Otílio Prado pagava despesas pessoais de Pimentel e da primeira-dama Carolina Oliveira, mesmo depois do petista assumir o governo de Minas. Leia sobre

  • Paulo Moura Ramos

    Presidente da Prodemge e sócio de Teixeira na empresa de consultoria MOP. Para a PF, os dois seriam muito próximos a Fernando Pimentel, que, por sua vez, seria o verdadeiro dono da empresa. A PF investiga o fato delatado por Bené, que afirmou a investigadores que a empreiteira OAS doou R$ 3 milhões em espécie para a campanha de Pimentel, em 2014. Os valores teriam sido pagos em seis parcelas de R$ 500 mil na sede da MOP. Leia sobre

  • Propeg

    Citada em duas delações premiadas da Operação Acrônimo, a agência de publicidade baiana é suspeita de intermediar um suposto esquema de corrupção para favorecer Pimentel, especialmente quando o governador era ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior entre 2011 e 2014. Está envolvida também na Operação Hidra de Lerna, que investiga financiamento ilegal de campanhas políticas na Bahia. Leia sobre

  • Victor Nicolato

    Ex-sócio de Bené e seu operador durante a campanha de Pimentel. Preso em abril de 2016. Era encarregado de “resolver os problemas” que surgissem no comitê de campanha de Pimentel em 2014. Leia sobre

  • Vox Populi

    Alvo da 6ª fase da Operação Acrônimo. Bené informou, em sua delação premiada, que a JHSF pagou caixa dois da campanha de Pimentel ao governo de Minas – cerca de R$ 750 mil – por meio da simulação de um contrato com o Instituto de Pesquisa. Os serviços declarados na nota fiscal não foram prestados ao grupo, mas à campanha de Pimentel. Leia sobre

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