Participantes de audiência pública para discutir reivindicações da educação criticam governo Pimentel

Sem cumprir o pagamento do piso nacional para os professores em Minas, o governo de Estado está mesmo fugindo ao debate. Nesta sexta-feira (20/10), a Secretaria de Estado de Educação (SEE) sequer mandou representante para audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, para discutir reivindicações dos servidores das Superintendências Regionais de Ensino e da própria secretaria. A ausência foi motivo de vaias e críticas.

Umas das participantes, Joeliza Vieira Gama, membro do Grupo de Trabalho das Superintendências Regionais de Ensino e do Órgão Central – Araçuaí criticou o não cumprimento de promessas e chamou o governo de dissimulado e intransigente.

Sem merenda
O deputado Alencar da Silveira Jr. (PDT), do bloco de oposição Verdade e Coerência, criticou a falta de repasses para transporte escolar e merenda. Segundo o parlamentar, em quase 30 anos de vida pública como deputado estadual, essa é a primeira vez que ele vê Minas chegar a esse estado de calamidade.

“Estamos com um problema sério na Superintendência de Ouro Preto. Não só lá, mas em outras cidades de Minas. Estamos com falta de pagamento da merenda. Estamos, na região de Ouro Preto, principalmente em Amarantina, sem o pagamento da merenda escolar dos alunos. Está faltando transporte, está faltando merenda, vai ter luz sendo cortada pela Cemig”, criticou.

Assessoria de Imprensa do Bloco Verdade e Coerência 

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