Prefeitos e deputados cobram de Pimentel repasses dos municípios que estão retidos

Prefeitos de todas as regiões de Minas Gerais estão reunidos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, nesta quinta-feira (7/12), para cobrar os recursos do ICMS que pertencem aos municípios e estão sendo retidos pelo governo de Fernando Pimentel. O calote já ultrapassa R$ 780 milhões. Na área da saúde, a dívida do governo com as prefeituras é de cerca R$ 2,5 bilhões. E, na educação, Pimentel deve R$ 160 milhões referentes a cinco parcelas do transporte escolar que já deveriam ter sido pagas ao longo deste ano.

A manifestação dos prefeitos, promovida pela Associação Mineira dos Municípios (AMM), contou com a participação dos deputados do bloco de oposição Verdade e Coerência, entre eles Bonifácio MourãoDalmo Ribeiro, João LeiteFelipe Attiê, Gustavo CorreaGustavo Valadares, Ione Pinheiro, Sargento RodriguesTito Torres.

O presidente da AMM e prefeito de Moema, Julvan Lacerda, fez duras críticas ao governo estadual. “A crise enfrentada, que já era grave, tornou-se gravíssima. Não é realidade a propaganda do governo de Minas, que fala de diálogo, equilíbrio e trabalho. Os prefeitos e prefeitas pedem socorro. A causa é justa e estamos unidos em torno dela. Queremos soluções já”, afirmou.

O deputado Dalmo Ribeiro também cobrou ações do governo Pimentel. “É insustentável a situação dos municípios mineiros. Vários encontros, apelos e solicitações já foram feitos e o governo não cumpre a sua responsabilidade com os repasses da saúde e do ICMS, retendo recursos dos próprios municípios. Os prefeitos estão em uma situação delicada. Esse é um momento de socorro, o governo precisa ter um mínimo de responsabilidade”, afirmou.

Os prefeitos seguirão para a Cidade Administrativa para cobrar do governador os repasses retidos.

Assessoria de Imprensa do bloco Verdade e Coerência 

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