Profissionais de programas de prevenção à criminalidade entram em greve

Paralisação acontece porque os trabalhadores não receberam os salários relativos ao mês de maio

MARIANA NOGUEIRA

Cerca de 300 pessoas que prestam serviços para programas de prevenção à criminalidade do Estado iniciam nesta quarta-feira uma greve. A paralisação acontece porque os trabalhadores não receberam os salários relativos ao mês de maio. Devem ser afetados quatro projetos: Fica Vivo!, Mediação de Conflitos, Central de Acompanhamento de Alternativas Penais (Ceapa) e o Programa de Inclusão Social de Egressos do Sistema Prisional (PrEsp).

De acordo com o Sindicato dos Empregados em Instituições Beneficentes, Religiosas e Filantrópicas do Estado de Minas Gerais (Sindibref-MG), os funcionários atuam no Instituto Elo, que presta serviço nos projetos de prevenção por meio de um Termo de Parceria firmado com o Estado. A expectativa do sindicato é que a greve permaneça até “que todas as obrigações trabalhistas sejam cumpridas”.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) informou que “não houve recente repasse para o Instituto Elo”. Conforme a pasta, o motivo é a dificuldade financeira que o governo de Minas vem enfrentando.

A Sesp não informou, porém, uma previsão para que a situação seja normalizada nem o valor do montante que não foi entregue ao Instituto Elo.

A secretaria garantiu que vai continuar com todos os Centros de Prevenção à Criminalidade e Centrais de Alternativas Penais abertos em todo o Estado com profissionais da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) e com o Corpo Técnico da pasta.

Fonte: O Tempo

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