Secretariado de Pimentel tem indicados a vaga remunerada em conselho e reajuste salarial de 50%

Com menos de 10 dias de governo, as medidas impopulares e contraditórias de Fernando Pimentel não param. Mesmo sem aprovar o reajuste salarial dos servidores, o novo governo já enviou à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) projetos que visam o inchaço da máquina pública e aumento de salários dos secretários e do próprio governador. Agora, matérias do jornal Hoje em Dia publicadas nesta sexta-feira (09/01) revelam que além do reajuste, que poderá ser de 50%, três secretários de estado já estão indicados pelo governador ao conselho da Cemig – onde a remuneração de conselheiros é de R$ 6,6 mil.

A indicação desmascara o discurso do próprio líder do governo na Assembleia, deputado Durval Ângelo (PT), que disse à imprensa que o aumento de salário dos secretários seria compensado pelo fim da remuneração dos conselhos. Não é verdade. Pelo o que tudo indica, além do aumento absurdo dos salários, os secretários continuarão recebendo remuneração dos cargos dos conselhos que ocuparem.

Foram indicados ao conselho da Cemig os secretários Helvécio Magalhães, do Planejamento, Marco Antônio Rezende Teixeira, de Relações Institucionais, e José Afonso Bicalho, de Finanças. E parece que nem mesmo a base petista na ALMG concorda com as últimas ações de Pimentel. Em declaração à imprensa durante a semana, Durval Ângelo, afirmou que o reajuste salarial dos secretários serviria para “acabar com a hipocrisia de secretários que participam de conselhos para aumentar a remuneração”.

Fonte:

Minas Transparente

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